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Uma equipa de investigadores japoneses liderada pelo Professor Masayuki Sumida do Instituto de Biologia Anfíbia da Universidade de Hiroshima criaram um sapo transparente, cujos órgãos internos podem ser vistos através da pele.

Estes sapos transparentes podem ser utéis nos estudos de doenças e no desenvolvimento de tratamentos médicos, por ajudar os ciêntistas a visualizar os órgãos e a circulação sanguínea enquanto vivos, sem a necesidade de dissecação.

Num artigo do British Medical Journal, o prof. Gordon Parker classifica a depressão como um diagnóstico «para tudo», conduzido por um marketing muito inteligente.

O psiquiatra afirmou ainda que os parâmetros para a depressão clínica são baixos e os médicos acabam por tratar uma emoção normal como uma doença do foro psíquico.

Um outro psiquiatra, com coluna na mesma publicação, contraria este ponto de vista: o professor Ian Hickie escreve que o aumento dos diagnósticos relacionados com a depressão conduziu à redução dos suicídios e tratou de destruir o antigo estigma em torno da doença mental.

Sob as novas linhas de diagnóstico, um em cinco adultos sofre de depressão durante a sua vida – o que custa milhões ao Estado, em produtividade perdida e tratamentos. O Prof. Parker afirma que a ‘paranóia da depressão’ começou há cerca de 25 anos.

Tendo levado a cabo um estudo de 15 anos, que analisou 242 professores, descobriu que mais de dois terços cumpre os critérios para a depressão.

Assinala que toda a gente se «sentiu triste, melancólico e ‘na fossa’» pelo menos uma vez na vida – o que não é o mesmo que uma doença mental, com direito a tratamento. O médico acrescenta que a medicação prescrita pode criar falsas esperanças e poderão não surtir qualquer efeito se, biologicamente, o paciente estiver bem.

«Nos últimos 30 anos, as definições formais para a depressão clínica evoluíram para o terreno da depressão normal e o risco mais real aqui é de que as experiências se tornem patológicas», afirmou. Mas o professor Hickie contestou, declarando que se os casos severos não forem tratados, haverá suicídios desnecessários.

A executiva chefe da instituição psiquiátrica de caridade Sane, crê que a «depressão é uma doença complexa, que vai de uma sensação desagradável até a pessoa estar totalmente incapacitada de sair da cama, manter relações ou trabalhar».

«O nosso hospital acredita que é melhor arriscar um diagnóstico de depressão do que deixar a doença sem tratamento. Um em cada dez pessoas com depressões severas poderão cometer suicídio», acrescentou.

Fonte: SOL com BBC

A análise da AEE, feita com base em imagens obtidas pelo seu sistema de satélite e que destaca ainda a desertificação em Itália e na Turquia, insere-se num projecto que está a ser desenvolvido em conjunto com a Convenção das Nações Unidas para a Luta contra a Desertificação (UNCCD).

Segundo o projecto DesertWatch da AEE, o nível de desertificação nos três países – Portugal, Itália e Turquia – é dos mais elevados da Europa, sendo crucial melhorar agora os modelos de análise, que começou a ser feita em 2004.

A AEE está actualmente a consolidar os métodos de análise, com um novo sistema de operações mais integrado que permitirá dados mais detalhados e assim, fornecer aos governos dados que permitam avançar com políticas de combate à desertificação.

Estimativas da AEE indicam que a desertificação, um processo de degradação da terra induzido parcialmente pela actividade humana, põe em risco a saúde e o bem-estar de mais de 1.200 milhões de pessoas de mais de 100 países.

Hoje em todo o mundo celebra-se o Dia Mundial da Desertificação e da Seca, com o lema «Desertificação e Alterações Climáticas: um desafio global».

A comemoração coincide ainda com o arranque em Sevilha do Fórum Internacional da Seca que até quarta-feira reúne mais de centenas de especialistas de dezenas de países, entre eles Portugal.

Fonte: Lusa/SOL